Após ganharem as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) no final de 2009, as comunidades Cantagalo e Pavão-Pavãozinho em Copacabana e Ipanema ganham agora uma galeria de arte a céu aberto com extensão de 2 km.
A iniciativa é da ONG Museu da Favela e do grafiteiro Carlos Esquivel, aka Acme. O circuito Casa das Telas é formado por 26 casas que tiveram as fachadas pintadas por desenhos de grafite. Nos painéis, as imagens representam a história da comunidade quilombola, que possui cerca de 20 mil moradores. No momento, as visitas ao museu a céu aberto estão sendo feitas por agendamento pelo telefone (21) 2267-6374. (via MetroRio)
A cidade de Londres acaba de realizar mudanças em suas faixas de ciclovia - tornando-as mais iluminadas e seguras para os ciclistas. Lá também, um novo serviço de aluguel de bicicletas - em que foram investidos por uma instituição finaceira mais de 100M de libras - será inaugurado em agosto, e que disponibilizará (ao custo de 1 libra) 30 minutos de bicicleta que deverá ser entregue em um dos 400 pontos de coleta da empresa. Com tanto ti-ti-ti em torno desse meio de locomoção tão eco-sustentável, o Museu do Transporte de Londres propôs a designers e artistas que criassem posters inspiracionais e motivacionais ao bike-way-of-living. Dá uma olhada, em como alguns dos participantes ilustraram os prazeres da 'magrela'.

O Grafite é uma das mais controversas formas de arte, já que, muitas das vezes, consiste na degradação do bem público. Pois bem, para engajados grupos de grafiteiros em Durban, na África do Sul ou em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, não mais.
No Grafite inverso, a remoção da sujeira se transforma em expressão. O vídeo abaixo mostra os artistas removendo a sujeira liberada pelos veículos das paredes de um túnel da capital gaúcha para escrever a frase: "Por uma Porto Alegre Limpa". Nesse dia, o grupo foi interpelado por políciais que ao ouvir a história decidiram ajudá-los, interrompendo o tráfego no local, enquanto a arte-limpeza rolava. Esperamos ver mais dessas por aí!
A relação do artista plástico brasileiro Vik Muniz e os coletores do aterro sanitário de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro virou filme e abrirá a 8ª edição do festival que o Museu de Arte Moderna de Nova York dedicará ao Brasil, à partir do dia 15 de julho. A produção que foi premiada na Berlinale é dirigida por Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley.
Atualmente, todas as noites, o trabalho do artista pode ser visto na abertura da novela Passione da Rede Globo. As obras retratadas, construídas à partir do lixo, são sua marca registrada.
Para muitos, as mudanças climáticas, como secas, queimadas, dilúvios, servem de fonte de inspiração para obras críticas, pensantes e, às vezes, pertubadoras. Mas foi à partir da década de 60's/70's (principalmente) é que essa corrente - meio ficção científica - ganhou força. Ultimamente, uma verdadeira onda retrospectiva desse tipo de arte vem marcando constante presença nas cidades em que arte e a biodiversidade importam.
Em Hamburg, a exposição "Climate capsules - Means of Surviving Disaster" (tradução livre: Capsulas Climáticas - Meios de sobreviver ao disastre) inaugurada recentemente reune os trabalhos mais bacanas (novos e consagrados) dessas últimas décadas em que o Meio Ambiente necessitou de ajuda. Na foto, a instalação Fuck for Future, de estudantes da Universidade de Arte, da cidade alemã.
